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Terrabras expõe disputa entre soberania nacional e capital estrangeiro nas terras raras

A disputa pelo controle das terras raras brasileiras revela a tensão entre a defesa da soberania nacional e os interesses do capital estrangeiro. A proposta de criação da estatal Terrabras ganha força diante do avanço de mineradoras apoiadas por governos externos.

A norte-americana USA Rare Earth comprou a mineradora Serra Verde, que opera a mina Pela Ema em Minaçu, no estado de Goiás. Essa é a única mina fora da Ásia capaz de produzir em escala quatro elementos essenciais para ímãs permanentes usados em veículos elétricos, turbinas e equipamentos de defesa.

O acordo contou com financiamento da Development Finance Corporation, agência governamental dos Estados Unidos ligada ao Departamento de Estado. Os contratos garantem o fornecimento por 15 anos com destino exclusivo ao mercado norte-americano, sem etapas de refino no Brasil.

O governo dos EUA anunciou um aporte de 1,6 bilhão de dólares para fortalecer a cadeia de suprimentos de minerais críticos. A medida integra os esforços americanos para reduzir a dependência de minerais chineses — enquanto aprofunda a dependência brasileira de um único comprador.

Entidades como o Instituto Brasileiro de Mineração e a Associação de Minerais Críticos, junto com a Embaixada dos Estados Unidos, pressionam contra a criação da Terrabras. Parlamentares alinhados a esses interesses também atuam no Congresso Nacional, conforme análise do portal CartaCapital.

O Projeto de Lei 2780 de 2024 institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos e tramita em regime de urgência. O relator Arnaldo Jardim, do Cidadania, posicionou-se contra a criação de estatal, argumentando que o Estado deve apenas regular o setor.

Essa posição ignora a intervenção ativa dos Estados Unidos por meio da Development Finance Corporation e de contratos de longo prazo que drenam recursos estratégicos sem agregar valor ao país. O senador Flávio Bolsonaro, do PL-RJ, afirmou em evento da CPAC 2026 no Texas que o Brasil seria a solução para os norte-americanos reduzirem a dependência da China — revelando a que interesses serve essa agenda.

O deputado federal Pedro Uczai, do PT, autor da proposta da Terrabras, articula junto a movimentos populares pela aprovação da estatal. O deputado Glauber Braga, do PSOL, também defende o controle público sobre os minerais estratégicos.

O governo federal ainda não definiu o tema como prioridade central em sua agenda. A secretária de Comércio Exterior Tatiana Prazeres admitiu que esses minerais têm sido usados como moeda de negociação para obter redução de tarifas sobre produtos brasileiros.

A análise do portal CartaCapital destaca que a exploração mundial de minerais críticos é marcada por forte presença estatal. Países como a China e os Estados Unidos protegem suas cadeias com restrições rigorosas à atuação de capital estrangeiro — enquanto pressionam o Brasil a abrir as suas.

A Constituição Federal estabelece que as jazidas minerais pertencem à União. Defensores da Terrabras veem na estatal o instrumento necessário para evitar que o país permaneça como simples exportador de matérias-primas estratégicas, sem soberania sobre sua própria riqueza mineral.

 
Fonte: O Cafezinho
Seção: Siderurgia & Mineração
Publicação: 22/04/2026

 

Brasil e Alemanha reforçam parceria industrial e miram dobrar comércio em cinco anos

A indústria brasileira intensificou sua agenda internacional e colocou a Alemanha no centro de sua estratégia de expansão global. Durante a Hannover Messe 2026 — considerada a maior feira de tecnologia industrial do mundo — representantes do Brasil defenderam o fortalecimento da parceria bilateral com o país europeu e estabeleceram a meta de dobrar o comércio entre as duas economias nos próximos cinco anos.

Atualmente, a corrente de comércio entre Brasil e Alemanha supera US$ 20 bilhões anuais, mas ainda é vista como aquém do potencial. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o momento global abre uma janela de oportunidade para ampliar essa relação, especialmente diante da reorganização das cadeias produtivas e da busca por parceiros confiáveis no cenário internacional.

Delegação recorde e protagonismo brasileiro

A estratégia brasileira ganhou força com o envio de uma delegação robusta à Alemanha. Mais de 260 representantes da indústria — entre empresários e executivos — participam da missão liderada pela CNI em parceria com a ApexBrasil, com presença em fóruns de negócios e na programação oficial da feira.

O protagonismo é ainda maior nesta edição, já que o Brasil ocupa a posição de país parceiro da Hannover Messe 2026. Isso amplia a visibilidade internacional da indústria nacional e cria oportunidades para apresentar projetos, atrair investimentos e firmar acordos de cooperação tecnológica.

Além da feira, a agenda inclui o Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) e reuniões da Comissão Mista de Cooperação Econômica (Comista), fóruns nos quais governos e setor privado discutem temas estratégicos para o avanço das relações bilaterais.

Tecnologia, energia e transição industrial

Entre os principais eixos da cooperação estão áreas de alta tecnologia e inovação, como digitalização industrial, inteligência artificial e automação. A transição energética também aparece como prioridade, com destaque para biocombustíveis, descarbonização e soluções sustentáveis.

O Brasil busca se posicionar não apenas como fornecedor de matérias-primas, mas como parceiro na geração de valor e no desenvolvimento tecnológico conjunto. Nesse contexto, a matriz energética renovável brasileira surge como um diferencial competitivo, especialmente para atender às demandas da indústria europeia por soluções de baixo carbono.

Outro ponto relevante nas negociações é o avanço de acordos estruturais, como o tratado para evitar a dupla tributação e a implementação do acordo Mercosul–União Europeia, considerados fundamentais para destravar investimentos e ampliar o fluxo comercial.

Nova geopolítica favorece aproximação

A reaproximação entre Brasil e Alemanha também reflete mudanças no cenário global. A crise energética europeia e a reorganização das cadeias produtivas têm levado países a buscar parceiros mais estáveis e sustentáveis — tendência conhecida como “friendly-shoring”.

Nesse contexto, o Brasil ganha relevância por combinar disponibilidade de recursos naturais, capacidade industrial e segurança energética. Para líderes da indústria, o país reúne condições para se tornar um aliado estratégico da Alemanha em setores-chave da nova economia.

Perspectivas de longo prazo

A mobilização em torno da Hannover Messe indica uma tentativa clara de reposicionar o Brasil no mapa industrial global. Mais do que ampliar exportações, a estratégia busca atrair investimentos, fomentar inovação e integrar o país às cadeias de valor de alta tecnologia.

Se a meta de dobrar o comércio bilateral for alcançada, o movimento pode representar um salto qualitativo na relação entre os dois países — com impactos diretos na competitividade da indústria brasileira e na inserção do país em uma economia cada vez mais orientada por tecnologia e sustentabilidade.

 
Fonte: Infomet
Seção: Indústria & Economia
Publicação: 20/04/2026

Após medidas de proteção ao mercado, produção de aço cresce e volume de importação cai em março

A produção de aço bruto no Brasil atingiu 2,81 milhões de toneladas em março, representando um crescimento de 11,4% em relação a fevereiro. Os números são semelhantes aos de março de 2025, que foi de 2,88 milhões de toneladas. Os dados são do Instituto Aço Brasil (Iabr).

As importações recuaram de 629 mil toneladas em fevereiro para 608 mil toneladas em março deste ano. Mas, em valores, subiram de US$ 492 milhões para US$ 599 milhões. As importações de março de 2026 representam redução de 8,3% em volume e aumento de 9,5% em valor na comparação com o registrado em março de 2025.

A queda em volume das importações e da produção em março com relação ao mês anterior — embora fevereiro tenha menos dias úteis — coincide com a adoção de medidas de proteção ao mercado contra produtos siderúrgicos provenientes da China, que foram adotadas no fim de fevereiro pelo governo federal.

O antidumping contra a China — medida de defesa comercial aplicada para taxar produtos importados vendidos a preços artificialmente baixos, geralmente subsidiados para aumentar a competitividade internacional — foi publicado na edição de 18/02 do “Diário Oficial da União”. As taxas passaram a valer após a publicação para três categorias: agulhas hipodérmicas, laminados planos de aço-carbono e aços laminados planos.

A resolução do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) foi assinada no dia 13 de fevereiro, atendendo a uma demanda antiga do setor. O Iabr não disponibilizou fontes para comentar os resultados e para informar se há relação nos números com a adoção do antidumping.

Segundo o balanço do Iabr, as vendas internas avançaram 4,9% frente ao apurado em março de 2025 e atingiram 1,9 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos de aço foi de 2,4 milhões de toneladas, 1,1% superior ao mesmo período de 2025.

As exportações de março de 2026 foram de 584 mil toneladas, ou US$ 413 milhões, o que representou uma queda de 25,8% em volume e de 22,9% em valor em relação ao mesmo mês de 2025.

Acumulado de janeiro a março

A produção brasileira de aço bruto no primeiro trimestre de 2026 somou 8,1 milhões de toneladas, queda de 3,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do Instituto Aço Brasil. Na mesma base de comparação, as importações de laminados alcançaram 1,57 milhão de toneladas, alta de 8,3%. Em termos anualizados, o volume de entrada desse produto no país é estimado em 6,26 milhões de toneladas, patamar que representa o triplo da média anual registrada entre 2000 e 2019 (de 2,2 milhões de toneladas) e 9% acima dos 5,75 milhões de toneladas registrados em 2025.

As vendas internas totalizaram 5,1 milhões de toneladas entre janeiro e março, com recuo de 1,1%. O consumo aparente de produtos de aço foi de 6,6 milhões de toneladas, queda de 0,8%. Já as exportações alcançaram 2,8 milhões de toneladas no período, crescimento de 12,1%.

Confiança em alta

O Indicador de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) fechou abril em 51,7 pontos, com avanço de 2,4 pontos. A manutenção do índice próxima à linha dos 50 pontos indica que a melhora, ainda que moderada, reflete as expectativas dos executivos das siderúrgicas para os próximos seis meses, em um cenário que segue marcado por incertezas quanto à situação atual.

O indicador de expectativas para os próximos seis meses cresceu 8,2 pontos frente ao registrado anteriormente, para 56,6 pontos. O índice que mede as expectativas sobre a economia brasileira aumentou 3,4 pontos e atingiu 40,8 pontos. O indicador de expectativas sobre a própria empresa aumentou 10,6 pontos e situou-se em 64,5 pontos.

 
Fonte: O Tempo
Seção: Siderurgia & Mineração
Publicação: 20/04/2026

A produção de aço da China em março de 2026 caiu 6,3%, o menor índice em seis anos

A produção de aço bruto da China em março de 2026 registrou uma queda de 6,3% em relação ao ano anterior, atingindo o menor nível para o mês de março desde 2020. Dados do Departamento Nacional de Estatísticas da China (NBS) mostraram que o maior produtor mundial de aço produziu apenas 87,04 milhões de toneladas no mês passado.

Em média, as siderúrgicas na China produzem aproximadamente 2,81 milhões de toneladas por dia, uma queda significativa em relação às 2,99 milhões de toneladas por dia do mesmo período de 2025. Para todo o primeiro trimestre de 2026, a produção nacional total de aço bruto deverá atingir 247,55 milhões de toneladas, o que equivale a uma queda de 4,6% em comparação com o ano passado.

As margens de lucro estão diminuindo devido ao aumento dos custos de produção.

A principal razão para o declínio na produção é a significativa redução das margens de lucro na indústria siderúrgica. Os custos de insumos, especialmente o combustível, aumentaram drasticamente devido às interrupções no transporte marítimo no Estreito de Ormuz, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

Xin Ge, vice-diretor da consultoria Lange Steel, observou que os preços de matérias-primas como o minério de ferro estão sendo sustentados pelo aumento dos custos de transporte. Enquanto isso, o preço do aço acabado está aumentando muito lentamente devido aos altos níveis de estoque no mercado. Isso tem feito com que muitos fabricantes estejam menos inclinados a manter ou aumentar a capacidade de produção.

Dados da Reuters, baseados na análise da Mysteel, pintam um quadro financeiro sombrio para o setor: apenas cerca de 41% das siderúrgicas apresentaram lucro em março de 2026. Esse número é significativamente menor do que os 53% registrados no mesmo período de 2025. Especificamente, enquanto os preços do minério de ferro subiram 8,7%, os preços do vergalhão – um insumo essencial para a construção civil – registraram um aumento de apenas 2,3%.

Desafios dos mercados imobiliário e de exportação

Além dos custos, a fraca demanda interna do mercado imobiliário também representa um grande entrave. Os preços de imóveis novos na China continuaram sua tendência de queda em março de 2026, refletindo a estagnação prolongada do segmento de construção civil, que consome uma enorme quantidade de aço.

No mercado internacional, as exportações de aço da China também apresentaram um desempenho fraco, com uma queda de 12,6% em março de 2026. Além do impacto direto do conflito no Oriente Médio, que interrompeu as rotas marítimas, as empresas chinesas também enfrentam novas regulamentações para licenciamento de exportação. Essa é uma medida adotada pelo governo para combater a crescente onda de protecionismo comercial em todo o mundo.

De forma mais abrangente, a Associação Mundial do Aço reduziu sua previsão para a demanda global de aço em 2026. A organização teme que as tensões geopolíticas relacionadas ao Irã não apenas reduzam a demanda no Oriente Médio, mas também causem um efeito cascata nas cadeias de suprimentos globais e nos custos logísticos.

 
Fonte: Bao Lâm Dông
Seção: Siderurgia & Mineração
Publicação: 20/04/2026

 

Preços do aço na Europa sobem impulsionados por energia cara e novas políticas comerciais

Os preços do aço na Europa registraram alta significativa em 2026, refletindo um cenário de custos elevados e mudanças nas regras do comércio internacional. Segundo análise do Bank of America, o avanço é resultado de uma combinação de fatores estruturais, incluindo políticas ambientais mais rígidas, energia mais cara e ajustes nas importações.

No primeiro trimestre, o preço médio das bobinas laminadas a quente (HRC) atingiu cerca de €660 por tonelada — um aumento de aproximadamente 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no mercado à vista, os valores chegaram a €700 por tonelada, acumulando uma alta de cerca de €100 frente ao final de 2025.

Energia e carbono pressionam custos

Um dos principais motores dessa valorização é o aumento dos custos energéticos, que têm impacto direto na produção siderúrgica — altamente dependente de eletricidade e combustíveis. Estima-se que cerca de €20 por tonelada do aumento recente esteja diretamente ligado à energia.

Além disso, a implementação do Mecanismo de Ajuste de Carbono nas Fronteiras (CBAM) também contribui para encarecer o aço importado e favorecer a produção local. A medida faz parte da estratégia europeia de descarbonização e busca equilibrar a concorrência com países que possuem regras ambientais menos rígidas.

Protecionismo e reorganização do mercado

Outro fator determinante é o endurecimento das políticas comerciais. A União Europeia vem avançando em medidas para proteger sua indústria, incluindo a elevação de tarifas e a redução de cotas de importação. Um acordo recente prevê tarifas de até 50% sobre volumes excedentes, além de cortes significativos nas importações isentas.

Esse movimento tem potencial para redesenhar o fluxo global do aço. Com menor acesso ao mercado europeu, grandes exportadores — como China e Turquia — podem redirecionar sua produção para outras regiões, aumentando a concorrência e pressionando preços fora da Europa.

Demanda moderada, mas resiliente

Do lado da demanda, o cenário é misto. O setor de construção apresenta sinais de recuperação, com melhora na confiança e nas licenças, embora em ritmo mais lento. Já a indústria automotiva manteve estabilidade no início do ano, mas mostrou desaceleração em março.

Ainda assim, a produção de aço na União Europeia permaneceu praticamente estável, com leve queda em relação ao trimestre anterior e ao ano passado, indicando um mercado equilibrado entre oferta e demanda.

Perspectivas de alta continuam

As projeções indicam continuidade na tendência de valorização. O Bank of America estima que o preço do HRC pode atingir cerca de €730 por tonelada até 2027, impulsionado por novas tarifas e restrições comerciais previstas para os próximos anos.

Esse cenário tende a beneficiar siderúrgicas europeias, mas também levanta preocupações sobre o impacto nos custos de setores dependentes do aço, como construção civil, infraestrutura e indústria automotiva.

 
Fonte: Investing
Seção: Siderurgia & Mineração
Publicação: 20/04/2026

 

Criação de estatal de terras raras gera críticas e levanta debate sobre papel do Estado

A proposta de criação de uma estatal brasileira voltada à exploração de terras raras tem provocado críticas no debate econômico. Em editorial, o jornal O Globo classificou a iniciativa como uma “péssima ideia”, argumentando que a medida pode trazer mais prejuízos do que benefícios ao país.

O texto destaca que, embora os minerais de terras raras sejam estratégicos para setores como tecnologia, energia limpa e defesa, a criação de uma empresa estatal não seria o caminho mais eficiente para desenvolver essa cadeia produtiva.

Riscos de ineficiência e custo ao contribuinte

Segundo o editorial, experiências passadas no Brasil indicam que empresas estatais frequentemente enfrentam problemas de gestão, baixa eficiência e interferência política. Esse histórico levanta dúvidas sobre a capacidade de uma nova estatal competir em um mercado global altamente técnico e competitivo.

Além disso, há preocupação com o impacto fiscal. A criação de uma empresa pública exigiria investimentos elevados, com risco de retorno incerto, o que poderia aumentar a pressão sobre as contas públicas.

Alternativas via iniciativa privada

O posicionamento defende que o Brasil já possui reservas relevantes de terras raras e poderia atrair investimentos privados para explorá-las, desde que haja um ambiente regulatório estável e previsível.

Nesse sentido, o papel do Estado deveria se concentrar na regulação, no licenciamento ambiental eficiente e no incentivo à inovação — e não na atuação direta como produtor.

Mercado global competitivo

Outro ponto levantado é a forte concorrência internacional, especialmente da China, que domina a cadeia global de terras raras. Entrar nesse mercado exige escala, tecnologia e integração industrial — fatores que podem ser mais rapidamente desenvolvidos por empresas privadas com experiência global.

Debate estratégico continua

Apesar das críticas, a discussão sobre terras raras segue relevante. Esses minerais são considerados essenciais para a transição energética e para a indústria de alta tecnologia, o que coloca o Brasil em posição potencialmente estratégica.

A controvérsia gira, portanto, menos em torno da importância do setor e mais sobre qual modelo de desenvolvimento deve ser adotado — com maior protagonismo estatal ou liderança da iniciativa privada.

 
Fonte: Infomet
Seção: Siderurgia & Mineração
Publicação: 20/04/2026